sábado, 25 de agosto de 2012

Ganso feliz não faz foie gras

O belo prato acima é conquistado de forma bastante cruel. Foie gras é, basicamente, um processo de encher o fígado de um ganso com gordura até este bater seus pés de pato!(?)

Na verdade, eu queria até postar uma foto de um ganso nesse tipo de processo, mas minha índole não permite explorar sofrimento de animais. Porém, essa benevolência não se estende a jogadores de futebol.

Se o Ganso está infeliz por não se sentir valorizado pelo Santos e por saber que não será negociado, problema dele. LAOR vai muito bem na receita do foie gras da Vila.

Foie gras da Vila se faz assim: não libera o jogador; dê um banco nele; não dê aumento para ele; se tiver bom comportamento, não deixe-o ir ao banho de sol mesmo assim; se voltar a falar que quer virar Cisne, mande-o treinar longe do grupo e pintar as traves do CT. Quando ele estiver bem puto, fique tranquilo. O DIS que diz vai arrumar a grana da multa e, ao invés de engordar o fígado do Ganso, empanturrado ficará os cofres santistas.

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Tsunami Inquisitório

A falta de qualidade da arbitragem brasileira é evidente. O jogo de futebol é cada vez mais rápido e, apenas profissionais treinados e dedicados só a esse exercício, conseguiriam acompanhar com menos erro as partidas do certame nacional. Porém, nossos árbitros e assistentes têm como um "bico" o apito e a bandeira.

Dito isso, só gostaria de chamar à atenção de todos o tribunal inquisitório que foi criado para julgar o bandeira Emerson Augusto de Carvalho (que acaba de assistir muito bem a partida de Grêmio e Coritiba), após seu erro na Vila Belmiro no domingo que passou. O segundo gol do alvinegro praiano foi irregular, e não quero dizer o contrário. Porém, vou concordar com Xico Sá que lembrou Nelson Rodrigues: o tira-teima é burro! E digo mais, acho que ele emburrece.



Pois o único impedimento "fácil" de ser marcado no lance do gol, foi o primeiro dos três que aconteceram. Nos dois lances seguintes, a bola estava sempre no alto, o que dificulta o bandeira ver a linha da bola e o toque dado nela. O Durval, no segundo impedimento, está apena com um antebraço irregular. Já o André, no terceiro lance, tem mais de meio corpo depois da linha da bola. Porém, como a bola está sendo tocada pelo alto, não era um lance simples de se marcar. Na dúvida, o bandeira deu vantagem ao ataque como manda a recomendação da FIFA.

Era um lance muito complicado e não o escândalo propagado.

Claro que se fosse contra meu time, eu estaria muito bravo. Ainda mais, sendo um lance decisivo para o placar de uma partida superequilibrada. Só que é demais a inquisição na qual as lágrimas corinthianas lançaram o bandeira. Elas geraram o um tsunami que o levou para uma punição maior do que as aplicadas em erros mais gritantes de seus colegas. A onda levou até o Sérgio Correa para fora da presidência da Comissão de Arbitragem.

Não que os erros devessem passar impunes. Não que eu ache que todas essas pessoas sejam idôneas. Porém, foi apenas mais um erro. Por que tudo isso agora? Só agora? Há pouquíssimo tempo, o atacante Barcos, do Palmeiras, teve um golaço anulado por um erro incrível de um bandeira, que o apontou em impedimento quando ele estava a metros antes da linha do último zagueiro. Muito menos aconteceu.

É bom ficar ligado. Depois dos recentes contratos de TV que foram assinados e com Andrés Sánchez dentro da CBF, o Corinthians tem ficado forte, além do necessário, nos bastidores. E isso fará que seja mais difícil vencer um título deles. Podem anotar.